Equinácea, própolis e anis estrelado

Equinácea


Pensa-se que esta planta das planícies da América do Norte estimula a capacidade do corpo para resistir a infecções e combate a toxicidade. Tomada para tratar ou prevenir constipações, gripes e infecções virais, também ajuda a tratar distúrbios de pele, tais como eczema e acne.

Descrição : Planta da família das Asteraceae, também conhecida como flor-de-cone, púrpura.

Partes utilizadas : Raiz e rizoma.

Princípios Ativos: Acetato de bornil, ácido caféico, ácido chicórico, ácidos graxos, alcamídeos, betaina, borneol, cariofileno, cinarina, echinacina, equinacosídeo, inulina, isotussilagina, resina, polialcanos, polissacarídeos, sacarosídeos, tusselagina.

Propriedades medicinais: Afrodisíaca, antialérgica, antibiótica, anti-inflamatória, antimicrobiana, antisséptica, estimulante imunológico, depurativa, fortificante, tônico linfático.

Indicações: Câncer, difteria, erisipela, furúnculos, gangrena, hemorróidas, impurezas no sangue, manchas na pele, pele inflamada ou irritada, resfriados, sardas.

É útil em casos de dispepsia fermentativa e febres, inclusive febre tifóide, ela atualmente é usada como estimulante do sistema imunológico.

Constipações, gripes e infecções bacterianas e virais

A equinácea em tintura, comprimidos ou cápsulas é muito tomada para acelerar a recuperação de constipações, garganta inflamada e infecções respiratórias. Também melhora a resistência imunológica das pessoas propensas a constipações ou crises de herpes recorrentes ou com persistência de sintomas tipo gripe.

Nestas situações, conjuga-se bem com flor ou baga de sabugueiro. A tintura diluída dá um bom colutório ou gargarejo e pode ser usada para lavar erupções cutâneas e feridas infectadas.

Pode auto tratar infecções bacterianas como a sinusite, a amigdalite e a bronquite crônica com equinácea, de preferência conjugada com remédios como o alho (Allium satiourri) e a hidraste (Hydrastis canadensis), mas se tiver 39 °C (ou mais) de febre, deve consultar um profissional.

Embora haja bons indícios da eficácia desta erva ainda há quem a questione. Talvez a dosagem usada em alguns testes clínicos tenha sido baixa demais ou não se tenham estudado as espécies/partes da planta certas. Pensa-se que E. angustifolia e os extratos do suco acabado de espremer das partes aéreas de E. purpúrea são os mais fortes.

Reforço imunitário e desintoxicação

A equinácea estimula a imunidade não específica, aumentando o número e a atividade dos glóbulos brancos. Assim, é um bom remédio sempre que o sistema imunológico está sobrecarregado com uma infecção crônica ou resíduos tóxicos, como o inchaço dos gânglios linfáticos, furúnculos recorrentes, dor de cabeça crônica ou garganta inflamada.

Usada com cuidado — sob vigilância — ajuda a limpar o sistema linfático, promovendo a resistência a infecções subjacentes, como problemas fúngicos, e melhorando a vitalidade. A equinácea não é adequada para o auto tratamento de distúrbios auto-imunes ou da infecção por HTV.

Mordida de cobra

O conhecimento do valor medicinal da equinácea chegou até nós através da experiência dos ameríndios. Usada tradicionalmente para tratar mordidas de cobra, tem sido usada para prevenir infecções sépticas em feridas e para tratar dores de dentes, garganta inflamada e raiva.

Contraindicações/cuidados: Não recomendada para doenças que podem afetar o sistema imunológico, com o diabetes, esclerose múltipla, aids, tuberculose, leucemia, lupus eritematoso.

Efeitos colaterais: Pode induzir o excesso de salivação em algumas pessoas e algumas doses podem provocar náuseas e vertigens.

Modo de usar: 200 mg de estrato padronizado em 16 % de polissacarídeos e 4 % de echinacosídeos 2 a 3 vezes ao dia.

Benefícios da equinácea

O rizoma, as folhas, flores e sementes da equinácea são usadas na medicina popular. A planta fortalece o sistema imune. Pesquisadores da University of Connecticut School of Pharmacy revisaram mais de uma dúzia de estudos sobre os efeitos da equinácea sobre o risco de se contrair resfriados em pessoas e concluíram que a Echinacea pode reduzir as chances de uma pessoa pegar um resfriado em cerca de 58%. O estudo foi publicado no The Lancet Infections Diseases (edição de julho de 2007)¹.

A equinácea também ajuda a regenerar células que foram danificadas. Ajuda a inibir a gangrena interna, produz uma atividade antitumor e dilata os vasos sanguíneos periféricos. A raiz fresca mastigada é boa para aliviar dores de dente. O líquido faz a limpeza bucal e combate gengivite e piorreia. A planta também é aplicada em mordidas venenosas de insetos, aranhas e cobras e também em feridas infectadas e com condições gangrenosas.

Equinácea. É de longe o remédio antivíral mais popular, e por boas razões. A Equinácea luta com o vírus em dois sentidos. Contém três compostos com actividade antiviral específica, o ácido cafeico, ácido chicorico e echinacin. Os extractos de raiz de Echinacea têm se mostrado eficazes a ajudar o corpo a produzir os seus próprios compostos anti-vírais. Além disso, a Echinacea é um estimulante imunológico que ajuda o corpo a defender-se contra infecções virais eficazmente. Alguns autores sugerem ainda que a Equinácea aumenta o nível das células brancas do sangue que contribui em grande medida para lutar contra vírus e bactérias. A Comissão E, uma comissão alemã especializada em avaliar ervas e medicamentos para o governo alemão, aprovou a echinacea para o tratamento de gripe influenza,  como seja a Gripe do virus H1N1. Isto só por si constitui um aval científico significativo desta erva e dos seus benefícios.

Contraindicações e efeitos colaterais da equinácea

O uso excessivo pode causar irritação na garganta, náuseas, vertigem e salivação excessiva. Não deve ser usada colhida selvagem.

História e curiosidades

O nome equinácea é de origem grega e significa “ouriço”, vez que faz menção ao formato pontudo e afiado dos receptáculos. A equinácea é nativa da América do Norte, sendo também muito popular na Europa e no resto da América. Era muito usada na medicina popular americana durante os anos 1920, mas entrou em desuso com a introdução de drogas modernas.


fontes: http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/equinacea.html / http://www.plantasmedicinaisefitoterapia.com/equinacea-echinacea-purpurea.html / http://remediosnaturais.info/tratamento/produtos-naturais-proteccao-da-gripe-a-h1n1/


Própolis brasileira combate a gripe suína

Yamada Apiculture Center divulga que a própolis previne contra gripe suína

Yamada Apiculture Center (Japão) divulgou que conseguiu comprovar em seus testes em células que a própolis brasileira protege as células contra as danificações causadas pelo vírus da gripe suína.

A influenza é uma doença infecciosa aguda transmissível por via respiratória, que causa febre alta acima de 38ºC, e que pode estender por períodos longos com fortes sintomas de dores de cabeça, dores musculares, fraqueza, etc. No Japão, todos os anos a partir de novembro para o ano seguinte, a epidemia da influenza infecta na ordem de centenas de milhares de pessoas conforme os relatos. Porém, em 2009, até então a gripe suína que não era transmitida aos humanos se alastrou mundialmente. Em junho de 2009, constatando a epidemia de transmissão entres os seres humanos, OMS (Organização Mundial da Saúde) elevou o nível de alerta de pandemia para fase 6, alertando a ampla e rápida transmissão da gripe. E ainda, mesmo no verão em que a transmissão de influenza é considerada baixa, aumenta-se o número de infectado e até agora continua divulgando sobre a transmissão desta doença.

Em meio desta situação, a Yamada Apiculture Center empenhou-se na pesquisa do efeito preventivo contra influenza da própolis brasileira, conhecida por possuir forte ação anti-bactericida. Sobre a própolis até agora, foi somente divulgada que possui ação de controlar a transmissão da influenza as células, e ainda, de reduzir a mortalidade dos ratos cobaias contaminados pelo vírus, porém, não havia quase nenhuma divulgação sobre pesquisas relacionadas a efeitos sobre a gripe suína.

Na presente pesquisa, para verificar o mecanismo dos vírus da influenza do tipo A e da gripe suína (H1N1), utilizou-se de extrato de própolis de origem brasileira e composto de extrato de própolis (própolis, mel, extrato de rosa e extrato de chá verde) para realização desta pesquisa. Ao mesmo tempo em que se incorporava os vírus a influenza do tipo A e da gripe suína na célula incubadora, adicionou-se também o extrato de própolis e composto de extrato de própolis e após 3 dias de incubação, contou-se a quantidade de células vivas. O resultado foi que as células que não receber nenhuma adição de própolis todos morreram, por outro lado, as células incubadas que receberam adição de própolis com concentração acima do padrão, controlaram completamente a extinção das células causadas tanto pelo vírus da influenza do tipo A como da gripe suína. Ou seja, tornou-se evidente que tanto o extrato de própolis como composto de extrato de própolis ambos de origem brasileira possivelmente teriam ação preventiva contra os vírus da influenza do tipo A e da gripe suína.

Como medidas para combater a influenza, apesar dos progressos rápidos dos medicamentos preventivos e inibidores da influenza, ainda é um fato real que esta epidemia leva a morte por existirem inúmeros casos de pneumonia entre os idosos que tem sua imunidade enfraquecida e casos de encefalite e complicações celebrais nas crianças.

Com fundamentos nos resultados desta pesquisa, a Yamada Apiculture Center pretende pesquisar com mais detalhes sobre o mecanismo e influencia em seres humanos.


Fonte: Ibtimes

OS BENEFÍCIOS DA PRÓPOLIS

Definição

A Própolis é uma substância resinosa produzida pelas abelhas através da mistura de sua saliva e de resina, coletada nas gemas das plantas.  A Própolis é encontrada na colmeia, geralmente em estado sólido ou viscoso, tampando pequenos furos, gretas e espaços abertos que possam ser utilizados por fungos, bactérias ou outros insetos para invasão. Sua principal função portanto é a de defesa da colmeia, funcionando como uma vedação contra seus inimigos naturais. Possui na maioria das vezes cor escura podendo variar de acordo com a origem da resina coletada pelas abelhas e utilizada em sua formação.

própolis e seus benefícios para o homem

Própolis extraída in natura

Como a própolis é produzida pelas abelhas

As abelhas coletam a resina das plantas principalmente nas regiões chamadas de gemas, que nada mais são que as regiões de brotos e ponteiros.  Com a mandíbula e língua realizam a mistura da resina com sua saliva e a estocam momentaneamente na parte de cima das patas posteriores, chamada de corbícula. Após armazenarem a quantidade suficiente de resina, voltam e depositam-na na colmeia, onde outras abelhas adicionam substâncias como cera e pólen formando assim a Própolis e a aplicam nas regiões específicas.

Ação da Própolis na Colmeia

Embora já tenhamos citado que a função da Própolis na colmeia é a defesa, cabe-nos explorar um pouco mais como ela age. Além de ser depositada pelas abelhas nas frestas e furos da colmeia com o objetivo de protegê-las da invasão de microorganismos e do frio, a própolis por possuir efeito desinfetante é sempre encontrada na entrada da colmeia, ou seja, por onde as abelhas passam quando entram na caixa. O objetivo da própolis na entrada da colmeia é de  desinfetar as abelhas que estavam no ambiente externo para que não levem para o interior de sua morada microorganismos indesejados, mantendo assim a higiene e a saúde da comunidade. Quando um inseto chega a invadir a colmeia, ele é atacado e morto pelas abelhas que o embalsamam em própolis para que não haja a decomposição do corpo, mantendo a colmeia imune de bactérias e microorganismos prejudiciais. Acredita-se que essa ação da própolis já era observada pelos antigos Egípcios  que utilizavam Mel e Própolis para embalsamar seus mortos.

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Abelhas aplicando a própolis na colmeia

Tipos de Própolis

Em um estudo desenvolvido pela UNICAMP classificou-se a Própolis brasileira em  13 (treze) tipos, dos quais 3 (três) tipos recebem maior destaque pelas pesquisas já realizadas e estudo de suas características.

Própolis Verde: A sua origem botânica é a vassourinha do campo ou alecrim brasileiro (Baccharis dracunculifolia), encontrado no nordeste do estado de São Paulo e principalmente no sul do estado de Minas Gerais. Muito valorizado no mercado internacional a própolis verde é exportada principalmente para a Ásia onde é utilizado na produção de medicamentos. O preço de venda para exportação da própolis verde, que só existe no Brasil, pode chegar a R$ 140,00 o quilograma atualmente, o que é considerado um bom valor de mercado. Várias linhas de pesquisa são desenvolvidas atualmente em cima da própolis verde tanto no Brasil como no exterior e muitos pesquisadores encontram-se entusiasmados principalmente com sua atuação na prevenção e tratamento do câncer.

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Abelha coletando resina no alecrim brasileiro e a produção racional de própolis verde

Própolis Vermelha: A sua origem botânica é o marmeleiro da praia (Dalbergia ecastophyllum), encontrado principalmente nos manguezais dos estados da Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Um das diferenças da própolis vermelha em relação às outras, além da cor, é a presença de uma substância chamada isoflavona, um produto natural com grande de aplicação na indústria de alimentos e farmacêutica.  Muitas pesquisas também estão sendo desenvolvidas com esse tipo de própolis, principalmente no que diz respeito as propriedades antirretrovirais (contra a AIDS), como já foi comprovado em Cuba, e anticancerígenas.

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Abelha coletando resina no marmeleiro da praia e a produção racional de própolis vermelha

Própolis Preta: É o tipo mais comum de própolis encontrada no Brasil. Sua origem botânica são as plantas no geral, ou seja, em regiões onde não há nenhuma vegetação específica e expressiva, as abelhas coletam a resina de diferentes vegetais, produzindo assim a chamada própolis preta ou silvestre. Sua coloração é escura e geralmente ela é mais viscosa quando comprada a própolis verde, por exemplo. Possui pouco valor de mercado atualmente devido a sua abundância embora possua propriedades medicinais muito eficientes e ainda inexploradas.

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Própolis Preta

Composição da Própolis

A composição da própolis varia dependendo da região onde se encontra o apiário. Fatores como clima, tipo de vegetação, excesso ou escassez de água podem provocar mudanças em sua composição, por isso, as quantidades dos compostos presentes são estabelecidas através da média encontrada analisando diferentes porções da própolis no Brasil.

Composição da Própolis
Quantidade Composto
45-55% Resina extraída dos vegetais.
25-35% Cera que é adiciona pelas abelhas à Própolis.
10% Óleos essenciais lubrificantes.
5% Pólen
5% Ácidos graxos, ácidos orgânicos, vitaminas e minerais.
5% Materiais orgânicos como madeira, plantas, etc.

Uma análise mais específica da própolis leva ao reconhecimento de mais de 150 substâncias diferentes que a compõe, cada qual com seu grau de benefício ao ser humano.

Os benefícios da Própolis para o homem

A própolis é muito conhecida como antibiótico natural. Toda essa fama não lhe é descabida, na verdade vai corretamente de encontro às suas propriedades terapêuticas já estudadas e comprovadas. A cada dia, no entanto, surgem novas descobertas sobre a própolis e novas indicações para tratamento de diversos males. Vamos conhecer algumas das suas propriedades medicinais e as doenças que ela combate.

Antibacteriana: A própolis é eficiente na destruição de uma vasta gama de bactérias nocivas ao ser humano. Sua eficácia foi comprovada em bactérias Gram positivas (Bacillus brevis, B.polymyxa, B.pumilus, B. sphaericus, B. subtilis, Cellulomonas fimi, Nocardia globerula, Leuconostoc mesenteroides, Leuconostoc mesenteroides, Staphylococcus aureus e streptococcus faecalis) e Gram negativas (Aerobacter aerogenes, Alcaligenes sp., Bordetella bronchiseptica, Escherichia coli, Proteus vulgaris, Pseudomonas aeruginosa e Serratia marcescens) além de  Staphylococcus aureus e Sptreptococcus mutans. As bactérias sucumbem a ação da própolis que com seu conjunto de componentes forma um antibiótico muito eficiente. Possui como vantagem em relação a antibióticos sintetizados em laboratório o fato de as bactérias não desenvolverem resistência à própolis. Por essa sua propriedade é muito indicada no tratamento de doenças como Anginas, amidalites, faringite, laringite, gengivite, estomatites, abcesso dentário, attas, sinusites, bronquites, pneumonias, gripes, rinites, entre outras.

Antiviral: A ação antiviral da própolis é conhecida principalmente pelo seu ótimo efeito contra alguns vírus, tais como: herpes, adenovírus, coronavírus, rotavírus, etc. Por isso sua utilização também é indicada contra doenças como herpes, gripes, resfriados, conjuntivite e dores de garganta.

Antifúngica: A própolis também possui ação antifúngica comprovada sobre dermatófitos, fungos M. canis, T. rubrum, T. mentagrophytes e Scopulariopsis, além de Aspergillus flavus entre outros. Sua ação antifúngica a torna capacitada para o tratamento de problemas de couro cabeludo, micoses em geral, frieiras, a doença popularmente conhecida como pé de atleta, etc.

Anti-inflamatória: A ação anti-inflamatória da própolis foi verificada com eficácia principalmente no tratamento de artrites, artroses e reumatoides  Pesquisas em laboratório chegaram a comparar a ação e eficiência da própolis à ação da substância conhecida  como Diclofenaco que é utilizada no combate a diversos processos inflamatórios.

Antioxidante: A atividade antioxidante da própolis combate os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento do corpo humano e da mutação do material genético. A presença de compostos fenólicos em sua composição química aponta para sua eficácia como antioxidante. Muitas pesquisas ainda estão sendo realizadas nesse sentido, no entanto, sua ação preventiva  ao envelhecimento celular já foi comprovada.

Anticancerígena: Alguns trabalhos desenvolvidos pelo Instituto Nacional do Câncer dos EUA apontam para atividade anticancerígena importante em alguns tipos de própolis. Os resultados obtidos na pesquisa foram entusiasmadores, quando verificaram que  a própolis foi capaz não só de inibir o crescimento de células cancerígenas quanto de destruir parcialmente as células já existentes. Estudos aprofundados estão sendo realizados nessa linha e as esperanças são muitas quanto a ação anticancerígena da própolis.

Cicatrizante e Regeneradora de Tecidos: A própolis é muito eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras devido a presença de flavonoides e aminoácidos em sua composição.

Anestésica: A ação anestésica da própolis a torna eficiente no combate a dores de garganta, amidalites, dores de dentes, etc. Estudos realizados com extratos etanólicos de própolis levaram a conclusão de que a sua ação anestésica é de 3 a 5 vezes superior que a da cocaína usada como anestésico na prática dental na antiga União Soviética.

Imunoestimulante: A própolis também possui efeito imunoestimulante, ou seja, estimula a produção de células produtoras de anticorpos, fortalecendo assim o sistema imunológico e aumentando a resistência a doenças e infecções.

Modo de usar a Própolis

os benefícios da própolis

A própolis é comumente utilizada em solução alcoólica, ou seja, diluída em álcool de cereais, no entanto, existem muitas outras formas de utilizá-la. Hoje em dia, qualquer laboratório ou farmácia de manipulação é capaz de formular e produzir sabonetes, xampus e loções à base de própolis, assim como, própolis em spray, cápsulas, etc.

Obviamente que toda e qualquer utilização de substância, mesmo tratando-se de um fitoterápico, deve ser receitada e acompanhada por um responsável habilitado, no caso um médico ou apiterapêuta, porém, nossa experiência de anos na produção, manejo e utilização da própolis, nos credencia a pelo menos publicar as formas mais utilizadas da própolis em solução alcoólica.

Para crianças: três a cinco gotas três vezes ao dia, diluídas em uma colher de sopa com água sem cloro e sem gás.

Para adultos: vinte a trinta gotas duas a três vezes ao dia, diluídas em uma colher de sopa com água sem cloro e sem gás.

A própolis pode ser misturada ao mel, o que ameniza o sabor e a torna quase imperceptível, além de proporcionar a potencialização de algumas de suas propriedades terapêuticas.

Para o tratamento de feridas e cortes o ideal é umedecer um algodão no extrato de própolis e passar levemente no local. Um pequeno ardor pode ocorrer devido principalmente ao álcool de cereais. O procedimento deve ser repetido duas ou mais vezes ao dia, deixando o ferimento tampado com gaze.

Para o tratamento de micoses deve-se pingar de 2 a 3 gotas sobre a região adoecida  pelo menos 2 vezes ao dia.

Conclusão

A própolis é uma substância natural, produzida pelas abelhas, que possui várias propriedades terapêuticas, algumas já comprovadas e outras ainda sendo descobertas. No geral utilizamos muito pouco a própolis em nosso dia a dia, principalmente pela falta de conhecimento dos benefícios que ela traz ao ser humano. Muitas de nossas doenças, como as já citadas nesse artigo poderiam ser tratadas apenas com a própolis, proporcionando economia, pois, o seu custo x benefício é muito maior, assim como, evitando os possíveis efeitos colaterais muitas vezes apresentados pelos medicamentos sintetizados em laboratório.

fonte: http://abelhasemel.com.br/o-que-e-propolis-e-os-seus-beneficios-para-o-homem/


Propriedades benéficas a saúde do anis-estrelado

Árvore de belas flores, originária da China, país que a produz em maior quantidade, não é cultivada comercialmente no Brasil, mas seu uso é muito comum por aqui. A árvore de grande porte produz frutos em formato de estrela, daí o nome, e estas são as partes da planta utilizadas. Na China é utilizada na culinária, para temperar frutos do mar e carnes, devido a seu aroma peculiar. Por aqui, usada medicinalmente, é mais comum em infusões, fervendo-se água e acrescentando as “estrelas”, deixando em descanso por alguns minutos antes de beber.

Anis-Estrelado

Imagem do fruto | Imagem: Reprodução

Possui propriedades semelhantes à erva doce e ao anis (pimpinella anisum L), não devendo ser confundido com este, apesar de também conter o anetol como princípio ativo. Ele tem efeito digestivo como os outros, mas muito mais concentrado. Indicado para tratar espasmos do estômago, intestino, útero e vesícula, também acaba com gases e cólicas, auxiliando em qualquer problema relacionado com a digestão. O anis pode ser chupado para combater mau hálito, fazendo isso após as refeições, dois problemas serão resolvidos, já que a digestão também pode ser beneficiada assim.

ANIS ESTRELADO

llicium verum

Descrição :

O anis-estrelado é uma árvore que pode chegar a até 10 metros de altura produzindo pequenas flores amarelas.

Suas folhas são largas e de verde muito intenso, e o que mais caracteriza esta planta são seus frutos na forma de estrela, sendo que no interior de cada “ponta” existe uma semente.

Esta árvore parece com o pé de eucalipto, e pode produzir até 4.000 frutos por colheita.

Possui coloração marrom e forte aroma característico, sendo muito mais forte que a erva-doce ou o funcho.

Muito rico em óleos essenciais, são utilizados principalmente como aromatizantes.

Confusão de nomes

Existe uma grande confusão com o nome "anis". No Brasil refere-se ao anis estrelado, só que no resto do mundo o termo "anis" ou "anis-verde" é empregado quando se refere à planta Pinpinella anisum, que aqui no Brasil é chamada de "erva-doce".

O anis-estrelado não é muito empregado no Brasil, provavelmente devido ao preço um tanto quanto salgado.

Não é cultivado em nosso território, sendo importado principalmente da Europa.

Parte utilizada do vegetal são os frutos com suas sementes.

Origem : Sua origem é tida como chinesa.

História: Seu nome latino deriva do inglês allurement - encantamento, fascinação. Planta belíssima, tem uso milenar co mo condimento, medicamento e planta mágica. Lord Cavendish foi o primeiro a conhecê-la na China, no século XIX, e quem o introduziu na Europa.

Propriedades : É muito parecida com as ações da “erva-doce”, sendo muito empregado como digestivo e principalmente como carminativo, ou seja, facilita a eliminação de gases estomacais e intestinais, além de ser um excelente antiespasmódico.

É muito comum o chá para cólicas intestinais em recém-nascidos, mas deve-se tomar cuidado com os excessos, pois pode intoxicar as crianças.

Outros usos

Não temos muitas aplicações do anis-estrelado em nossa cultura, mas pode-se preparar um delicioso chá para ser tomado tanto quente quanto gelado. Pode-se ferver leite com alguns frutos do anis e empregar este leite na produção de bolachas, pães ou outros produtos. Usa-se também para a produção de licores ou outras bebidas alcoólicas.

Os chineses utilizam apenas um fruto para temperar pedaços grande de carne, e acreditam que se cozidos juntamente com os frutos do mar evitariam possíveis envenenamentos.

É muito empregado pela indústria farmacêutica, de bebidas e perfumaria. O nome Illicium vem do radical latino illicere, que quer dizer “atrair e seduzir”, daí vem o termo em português aliciar. O nome foi dado devido ao aroma forte e agradável que exala, realmente seduzindo as pessoas.

Indicações : Eliminação de gases estomacais e intestinais, cólicas intestinais em recém-nascidos. Digestivo, carminativo, antiespasmódico.

Modo de usar:

- infusão a 1% - dose máxima diária: 150 ml.;

- infusão : uma colher, das de café, de anis estrelado em uma xícara de água fervente. Deixar esfriar e coar. Beber uma ou duas xícara por dia.

- Tintura - dose máxima diária: 20 ml.

Princípios Ativo : Óleos essenciais, anetol , felandreno, safrol, terpinol, 1,4 cineol.

Efeitos colaterais: Não causa danos á saúde ou efeitos colaterais nas doses terapêuticas indicadas. Pode ocorrer sensibilização muito raramente, com o uso continuado.

Posologia: Adultos: 10 a 20ml  de tintura divididos em 2 ou 3 doses diárias, diluídos em água 1,5g de fruta inteira ou sementes secas (1 colher de café para cada xícara de água) em decocto, 2 vezes ao dia, com intervalos menores que 12hs. 1 gota de óleo essencial para cada xícara de água em uso interno, como chá. Crianças tomam de 1 /6 até 1/2 da dose.


fontes: http://www.remedio-caseiro.com/propriedades-beneficas-a-saude-do-anis-estrelado/

http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/anis-estrelado.html

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