Eletrohipersensibilidade

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A doença da Nova Era

Por José Joacir dos Santos

Há alguns anos atrás quando publiquei um artigo sobre o perigo da irradiação eletromagnética dos aparelhos celulares causou certo barulho na internet. De ameaças e piadas, recebi muitas, passado por uma carta de um pastor evangélico dizendo que eu iria parar no “fogo dos infernos” por “inventar histórias”. O artigo tinha sido escrito depois de uma mensagem espiritual que tinha recebido. Hoje já se sabe o mal que causa as antenas para aparelhos celulares espalhadas pelas grandes cidades não só do Brasil e por causa da irradiação muitos aparelhos celulares foram “modificados”, mas não corrigidos. Chegaram os digitais, mas continuam irradiando. Estudos indicam que ratos de laboratório se irritam mais com ondas pulsadas do que com ondas analógicas. O assunto já chegou a outras esferas e a médica psiquiátrica Christine Achermann assina um artigo publicado no jornal inglês “The Sunday Telegraph”, de 15/05/2011, afirmando com todas as letras que “a telecomunicação móvel provoca mudanças de comportamento e da personalidade”.

Faz uns oito anos que um aluno meu se queixou de sofrer “distúrbios do sono, falta de motivação, irritabilidade, fadiga constante, problemas de memória, de concentração, baixa imunidade, gripava constantemente, agitação, ansiedade” e que ele suspeitava estar sendo vítima da irradiação causada pelas antenas, pelos radares e equipamentos de controle de aviação sobre a cidade de Brasilia. Profissionais de saúde diziam para ele que eram “questões emocionais”. O aluno não sabia da causa enquanto que os profissionais trocavam figurinhas entre si e diziam que eram “emocionais”, para não chamarem ele de maluco. Mas o meu aluno, que chamo aqui de Zé, passou a apresentar sintomas que somente ocorriam em determinados lugares da cidade. Embora tenha sofrido com o “descrédito” das suas reclamações, disse que “a dor de cabeça era relacionada diretamente com o wifi do meu trabalho”, e de alguns locais onde havia a poluição eletromagnética. Ele sofria de eletrohipersensibilidade e ninguém sabia! “A dor de cabeça era como se tivesse queimando a parte de baixo do crânio. Se eu ficasse muito tempo no local, demorava mais para sair”. Dava a leseira semelhante a quem é exposto a muito calor e não tem forças para sair do local. Os dicionários da Língua Portuguesa não registram a palavra “eletrohipersensibilidade”.

A Dra. Achermann diz, em seu artigo, que “de acordo com minhas observações pessoais na minha prática (médica), há um crescimento nas ocorrências de doenças cognitivas e psicológicas devido à exposição às (aparelhos) telecomunicações”. “Isto inclui disfunções cerebrais também chamadas de “psicossíndromes”. A psicossíndrome pode ocorrer temporária ou cronicamente em resposta à prolongada exposição da pessoa à irradiação eletrônica-eletromagnética (eletrohipersensibilidade) do mesmo jeito que ocorre em casos de danos cerebrais por traumas físicos (acidentes de moto) ou inflamatórios (coma hepático). Eles podem ser reversíveis ou não, depende do caso, porque cada pessoa reage diferentemente a esse tipo de exposição. A mudança de personalidade pode ocorrer “gradualmente, anos depois” à exposição intensiva. A mudança de personalidade se assemelha a motoquiros que tem traumas de acidente. Em criminosos, outro exemplo, a personalidade muda na medida em que o indivíduo se envolve mais profundamente com o crime (há uma inversão total de valores sociais, crenças etc), chegando a mudar até a forma física do cérebro.

A eletromagnetismo da Terra (hipersensibilidade de algumas pessoas) é mais frequente nos dias de hoje porque os tempos estão mudando, a eletromagnetividade da terra está mudando (há outras implicações em andamento, por exemplo, o Brasil se afasta da Africa 10cm por ano), as pessoas estão mais sensíveis. Informações não confirmadas indicam que  “nos últimos seis anos, o nível de poluição eletromagnética das cidades aumentou 6 mil por cento”.

Meu aluno Zé é tão sensível que se ele sair de casa sem uma proteção na cabeça adoece. Ele também já conseguiu fazer um mapeamento da cidade de Brasilia e sabe exatamente onde estão as áreas mais afetadas pela eletromagnetividade, muitas deles sem sequer uma antena de celular instalada mas sobre o forte efeito dos aparelhos eletrônicos de controle da segurança da Aeronautica. Até pessoas falando ao celular perto dele causam dor-de-cabeça. Mesmo sem estar falando ao telefone mas com ele ligado porque “eles emitem a mesma comunicação constante com as torres de controle”.  

Por ter sofrido de descredibilidade, Zé investiu nas pesquisas particulares e  hoje já sabe que cada indivíduo sofre ataques em uma ou outra parte do corpo, por exemplo: uns é a cabeça; outros é o estômago. Ele também é fortemente afetado pela frequência de rádio e diz que “não posso morar em apartamento, devido às emissões dos celulares dos vizinhos, dos telefones sem fio, dos roteadores wifi, dos teclados e mouses sem fio, e outros aparelhos transmissores sem fio, a não ser que blindasse as paredes”. Já existem aparelhos que detectam irradiação, veja no final deste artigo.

A Dra. Aschermannn diz que a exposição à irradiação é sentida pelo cérebro e as consequências são: falta de memória temporária, falta de concentração, amnesia, afasia (dificuldade de achar palavras para se expressar) e parapraxia (a pessoa passa a agir diferentemente do que agiria sem a irradiação). Ela cita também que em mais de dez anos de uso dos aparelhos celulares, as pessoas começam a ficar inflexíveis, têm dificuldade de fazer julgamentos positivos, há inversão de valores sociais ocorrendo a todo instante (pessoa defendendo terroristas, criminosos, homofóbicos, nazistas, fogo do inferno), diminuição na  habilidade afetiva (pessoas ficaram mais frias), incapacidade de controlar os impulsos emocionais (explodem e agem como animais raivosos), insensibilidade (matam sem remorso), perdem o sentido dos valores étnicos (colocam na internete a intimidade de pessoas depois que bricam com elas). O que intriga a médica é que alguns desses sintomas acima citados são características também da velhice, conhecidas como cerebroesclerosis, mas está ocorrendo em pessoas muito jovens.

Assim que descobriu, pelo próprio sofrimento, que era sensivel ao eletromagnetismo vindo do espaço e estava sofrendo os efeitos eletromagnéticos da irradiação, o meu aluno Zé, que é engenheiro-eletricista (carma ou o universo já encaminhou ele para a própria cura?), criou o seu próprio ambiente doméstico isolado e a saúde melhorou ao ponto de motivá-lo a mudar-se de Brasilia para uma cidade do interior (se Brasília, que é verde, é assim, como serão cidades como São Paulo, com um larga população por metro quadrado?). “É melhor estar em uma rua em São Paulo, desde que não tenha nenhum celular ligado por perto, do que qualquer lugar em Brasilia. Talvez porque a cidade é plana, não há obstáculos ou devido ao controle militar aéreo que é intenso”. Quem duvida da eletromagnetividade pergunte a um Mestre Reiki o que acontece depois de um curso de dois dias onde ele inicia pelo menos dez alunos… Exemplo: apaga a bateria dos controles remotos. É a irradiação positiva da Terapia Reiki, que penetra qualquer material físico e não oferece perigo à saúde, muito pelo contrário. Consigo mudar a frequência energética de um cliente apenas com o toque de um diapasão de 4060 hz ou um gongo tibetano de sete metais. Imagine você o que faz uma torre de aparelhos celulares, de tv, ou poderosos radares de aeroportos!

Sintomas

Muitos já são os sintomas da hipersensibilidade ou eletro-hipersensibilidade, os quais os profissionais de medicina não estão preparados para checar, ouvir o cliente, examinar a vida do cliente. Se você sofre dos sintomas abaixo, verifique se mora perto de antenas de celulares, de tv, de aeroportos, de rádios, se usa telefone celular constantemente, se passa horas no computador ou na internet, se mora em área comercial onde há muitos eletrônicos ligados o dia todo, se trabalha em loja de eletrodomésticos, se mora perto de aeroportos ou em rota de avião para decolar e decolar, se mora em área muito povoada como os centros das cidades, se tem mediunidade alta, se usa micoondas e outros eletrodomésticos com frequência etc. Segundo a “Associação dos hipersensitiveis da Ingraterra”, são os seguintes os efeitos colaterais mais frequentes:

 Neurológicos: dor-de-cabeça (depressão), dificuldade de concentração (mesma dificuldade que os viciados em maconha têm e se é viciado e trabalha em computador o dia inteiro e/ou com celular, o problema triplica), ansiedade, dores musculares sem motivo (confusão mental), perda temporária de memória (fadiga, dores nas pernas), tonteira (sensação de fraquesa), náuseas (tremores), irritabilidade sem motivo (espasmas musculares), sintoma de gripe sem estar gripado, sensível a qualquer coisa (com febre), reflexos alterados (deixa cair coisas, comida cai da colher e da boca combinado com insônia), problemas digestimos sem motivo (dores abdominais), sangue pelo nariz sem motivo (sangramento interno), comida engasga na garganta (falta de apetite), doenças imunológicas ou de falta de imunidade (desequilibrio dos metais internos), impotência; 

Cardíacos – palpitações aceleradas ou lentas demais, dor no peito, pressão sanguínea alta ou baixa sem motivo, falta de ar (especialmente à noite, misturada com claustrofobia), dores nos testítulos ou nos ovários, perda de cabelo, barulho nos ouvidos. Os eletrocardiogramas podem não indicar nada;

Respiratórios – sinusites, asma, bronquites, pneumonia, inflamação na tireóide, dores nos dentes, alergias desconhecidas, falta de sentir cheiro ou fedor;

Dermatológicos – rachaduras, cosseira, sensação de queimação, sede constante, frequência na ida ao banheiro para urinar, aumento inesperado dos níveis de açúcar no sangue;

Oftalmológico – Diminuição da visão noturna, dores e sensação de queimação nos olhos, pressão dos olhos é alta (olho incha), desenvolveu cataratas sem tomar banho de rio ou de se expor a água contaminada, se é sensível à luz, se tem suor noturno, se a língua, a boca e os olhos secam com frequência, especialmente quando dorme.

Muitos dos diagnósticos médicos para doenças sem explicação podem estar relacionadas à exposição à eletromagnetividade ou a pessoa pode ser  hipersensível e não sabe. Nestes casos, é aconselhável a pessoa mudar de trabalho, tirar férias ou mudar de local onde mora. Há alguns anos, uma entidade espiritual alertou o autor deste texto para o fato de que com a Nova Era as pessoas precisavam de práticas como Reiki para se proteger das irradiações que se multiplicariam pelo planeta com uma velocidade incontrolável até a mudança de eixo definitiva da terra, agora em percurso.

“Não existe um aparelho que detecte todas as ondas eletromagnéticas, mas um que mostra um grande espectro é o Acoustimeter. Ele tem esse nome porque emite sons diferentes para diferentes tipos de onda: WIfi (rede de computador wireless), DECT (telefones sem fio), GSM (celular), 3G (celular e internet), etc. Uma coisa que você tem que ter em mente é o seguinte: se o médico usa antigos parâmetros para medicar a sua atual doença, e você não passou por prolongada exposição a estresse e depressão (ou a ameaças de marido, de crime etc) ele pode estar cometendo um erro por desconhecer o desenvolvimento das mudanças eletromagnéticas da Terra e os efeitos colaterais sobre o ser humano.

 Veja que o Japão é o país mais eletromagnético do mundo e agora se pergunte: porque os terremotos (que são ondas eletromagnéticas de alguma forma), têm sido tão frequêntes e terríveis e porque será que no Japão existem tantos jovens doentes com os sintomas dos efeitos colaterais da eletrohipersensibilidade em excesso? Lembre-se que o Brasil está longe de se atualizar sobre esses assuntos da Nova Era porque o povo ainda briga por estações de metro (São Paulo, a cidade mais desenvolvida do país) e ainda defendem deputados homofóbicos.

(*) José Joacir dos Santos é jornalista e psicossomatista jjoacir@gmail.com



fonte: http://www.joacir.com/

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