Criança de luz


Certo dia uma jovem caminhava em um bosque rumo aos montes do leste,

levava consigo em uma cesta, com alguns mantimentos e água para sua jornada.

Ela buscava no silencio do bosque, o despertar da consciência,

aquele ponto onde o vazio primordial existe como o Todo.

Essa jovem chamada Shamala, procurava por *Shambhala,

lugar iluminado por seres iluminados,

onde a jovem buscava o conhecimento e o conhecedor,

o entender e o entendedor,

sozinha no caminho,

rumo aos montes do leste do Himalaia.

Após alguns dias perambulando pelos bosques a pensar,

viu ao longe uma clareira iluminada por uma chama reluzente,

pensou ser um casebre ou algo que pudesse buscar referencia de como chegar a Shambhala.

Caminhou e viu uma pequena cabana de pedras e madeira, recoberta de musgo e carvalho,

a porta estava entre aberta, e um cheiro de madeira e folhas queimando pairava no ar,

junto ao perfume tênue de orvalho, chá e mel, presenteando seu olfato nessa jornada de descobertas.

Com passos rápidos logo adentrou a porta,

viu uma senhora sentada em uma cadeira de balanço próximo a um fogão a lenha,

esta sem se surpreender, pediu que a jovem entrasse e sentasse em algumas almofadas pelo chão,

a jovem um tanto afoita, logo veio a perguntar se estava indo corretamente até onde diziam ser Shambhala,

iniciando assim uma pequena conversa:

-Minha cara jovem, desconheço o caminho correto para onde quer ir, mas posso lhe oferecer um chá quente, para acalmar seu espírito afoito...

-Minha Sra, peço desculpas pelo modo repentino, me chamo Shamala e pretendo ir rumo a Shambhala encontrar a iluminação nesse lugar sagrado, preciso saber se estou indo no sentido correto, pois as vezes encontro-me um tanto perdida em meio a tantas árvores, vagando a pensar, onde estou quase sem mantimentos... quando vi essa cabana, pensei que poderia me ajudar...

-Querida Shamala, muitos já passaram por aqui e fizeram a mesma pergunta, mas infelizmente não sei o caminho exato para lá, apenas moro aqui a muito tempo e acompanho os ventos desse lugar, planto uma pequena horta atrás da cabana, as vezes vou até a cidade mais próxima visitar algumas pessoas, o resto do tempo apenas estou aqui observando o bosque...

-Desculpe lhe importunar, mas estou triste por não chegar logo, por não compreender o que fiz de errado e sai do caminho que me disseram, pensei estar correta em percorrer o caminho sozinha e livre de amarras, buscar esse lugar tão esperado e encontrar o sentido da vida, o conhecimento e o amor do Todo...

-Jovem  Shamala, não chore por ainda não chegar onde deseja, como está quase sem mantimentos e vejo que está um pouco pálida, peço que tome esse chá  com mel e orvalho... Esse orvalho é muito especial, colhi esta noite sobre as folhas de lótus que tenho ao redor da horta... faço questão que passe essa noite aqui na cabana, faz tempo que não tenho companhia de uma jovem tão bonita para conversar um pouco, por gentileza, me conceda essa graça...

-Fico muito agradecida minha Sra, e feliz por encontrar nesse lugar tão distante de tudo...

A jovem tomou o chá com mel e orvalho, e logo o sono veio, levando-a ao reinos celestiais... 

Durante esse sono profundo, viu-se saindo do corpo, como se pairasse sobre si mesma deitada nas almofadas da cabana. Um tanto assustada com a cena, também viu aquela Sra que a recebeu, em pé, com um grande vestido branco e dourado, os cabelos azulados e os olhos de um lilás profundo. 

A jovem ficou pasma, pensando estar sonhando, quando a Sra lhe disse:

-Querida Shamala, você não está sonhando, realmente você saiu do seu corpo...

-Mas como, eu estou morta? Já ouvi relatos e tive algumas projeções astrais, mas como posso eu estar assim nesse momento e lhe vendo dessa maneira, não compreendo... como a cabana parece tão grande agora, as cores mudaram, está tudo tão diferente, estou mesmo aqui?

-Querida, você está em um plano sutil, você está onde estava a pouco, mas vibrando em outra freqüência, uma muito mais suave, alta e luminosa... você veio em busca de Shambhala, mas encontrou apenas uma cabana e uma velha Sra, porém seu caminho até aqui foi traçado há muitas vidas e obstáculos, sua dedicação e vontade de conhecer a luz, a trouxe até sua casa...

-Como assim minha casa, esta é sua casa...

-Querida, venha comigo, dê-me as mãos.

Ambas deram as mãos e foram sentido a porta da cabana, que agora parecia uma palácio de pedras brancas e cristais azuis, o chão era como diamantes transparentes refletindo uma luz violeta... não existia teto, apenas umas espécies de nuvens coloridas, lembrando a aurora boreal...

-Querida Shamala, vê aquela criança na horta, recolhendo o orvalho sobre as pétalas de lótus, quero que vá até ela e lhe dê os parabéns, hoje é seu   aniversário, ela faz um ano de vida...

-Como faz um ano se ela aparenta ter onze anos? Quem é aquela criança...

-Apenas vá lá, vai compreender e reconhecer sua amiga.

Shamala um tanto assustada no inicio, agora encontra-se maravilhada com tudo, vai flutuando até a criança, ficando frente a frente, e diz:

-Você é Shamala!!! Shamala, Shamala!!! Estou feliz por chegar aqui!!!

Shamala seguindo as orientações da Sra de Luz, abraça a criança e lhe dá os parabéns por seu aniversário. Nesse momento, quando abraça a criança, um forte sentimento de amor penetra todo seu ser, ela em êxtase de tanto amor diz:

-Criança, quem és tu?

-Eu sou você agora... eu sou você agora e três minutos depois que você adormeceu, eu sou você no futuro quando procurava por Shambhala, eu sei o caminho para lá e irei te levar...

-Como você pode ser eu agora se estou aqui, não compreendo ainda...

-Por favor Shamala, leve esse orvalho até a Sra de Luz, irá compreender...

Shamala flutuando, deu o orvalho a Sra de Luz, quando perguntou:

-Sra, estou um tanto confusa, preciso de uma explicação para tudo isso, preciso saber o porque...

-Querida, aquela criança realmente é você, assim como eu sou você ontem, eu sou você quando ainda não via seu corpo de três minutos atrás, eu sou você quando estava aqui em Shambhala em outro tempo, sou você quando não reconhecia o tempo e reconhecia a luz da unidade, quando seus pensamentos não vagavam sem destino, quando reconhecia o silêncio como o completo cheio, e o cheio como o completo vazio, sou você antes do tempo, assim como a criança é você nesse mesmo infinito tempo sem tempo. Somos nós três, você, em apenas um caminho, somos nós três os três portões e as três chaves, somos o conhecimento, o conhecedor e o conhecido. Quando não és o corpo ou a mente, eu sou você, quando se concentra no corpo e na mente, você és o que está sendo, quando redescobre sua criança interior como eu, a criança és você na luz divina, a criança interior é o êxtase do topo do Himalaia, você és Shambhala no caminho para o topo, eu sou o que veio antes do inicio do caminho, todas somos apenas uma e completa no despertar, assim com o orvalho és a água em três estados até o orvalho, tu também és o ser em todos os estados do Ser.

Shamala ao escutar sobre os três aspectos, explode em uma grande bola de luz, e a criança flutua até seu coração, a Sra flutua até sua cabeça, ambas entram em si mesmas e tornam-se um só ser de luz, repletas de amor... 

Esse mesmo amor que faz teu corpo arrepiar..., ela como um só Ser de Luz, vê tudo ao seu redor transformar-se em luz, infinitos seres das mais diversas formas começam a aparecer, sóis estão sobre os céus sem fim, cores das mais diversas faces brilham na aurora, tudo é luz e ela compreende que Shambhala estava dentro dela, está no reconhecer de si mesma como parte da luz, está dentro do seu coração, és parte dela em cada grão de areia, cada gota do orvalho, da velha senhora e da criança de luz, és ela mesma no aspecto de amor, o amor que só pode ser desperto quando reconhecemos finalmente que a criança de luz é a criança que chora dentro do coração quando você chora, que ri quando você sorri, que ama quando você ama, e que reconhece a Deus quando você reconhece a si mesmo como parte dEle!

Seja feliz e ame sempre, porque quando reconhecer que o caminho para a cidade de luz está dentro de você, reconhecerá Shambhala onde estiver, e se realmente quiser conhecer a cidade de luz, essa criança divina que mora dentro do seu coração lhe dará as mãos e te levará para a viagem que trará a você a luz divina do despertar interior, no puro amor, Om!

Om

Paz e Luz,
Terry

* Shambhala, Shambala, Shamballa ou Sambala é um local místico citado amiúde em textos sagrados e presente em diversas tradições do
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Oriente> Oriente. Depois da divulgação do termo no ocidente tornou-se conhecida em círculos <http://pt.wikipedia.org/wiki/Esot%C3%A9rico> esotéricos e penetrou até a cultura popular.

No  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo> budismo <http://pt.wikipedia.org/wiki/Tibete> tibetano, Shambhala é um reino <http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito> mítico oculto algures na cordilheira do <http://pt.wikipedia.org/wiki/Himalaia> Himalaia ou na
<http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia> Ásia central, próximo da <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sib%C3%A9ria> Sibéria. É mencionado no
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Kalachakra_Tantra&action=ed... link=1> Kalachakra Tantra
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Shambhala#cite_note-0> [1] e nos textos da cultura
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Zhang_Zhung&action=edit&red...

> Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião

<http://pt.wikipedia.org/wiki/Bon-Pa> Bon o chama de Olmolungring.

Shambhala significa em  <http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A2nscrito> sânscrito "um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade", e acredita-se que seus habitantes sejam todos <http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilumina%C3%A7%C3%A3o> iluminados. A linha <http://pt.wikipedia.org/wiki/Tantra> Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Suchandra&action=edit&redli...>
Suchandra, recebeu de  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Buda> Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Segundo esta tradição, quando o Bem tiver desaparecido de sobre a Terra, o 25º rei de Shambhala aparecerá para combater o Mal e introduzir o mundo em uma nova <http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_dourada> Idade de Ouro.

Shambhala também é associada ao império histórico <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Sriwijaya&action=edit&redli...> Sriwijaya, onde o mestre  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Atisha> Atisha estudou sob <http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Dharmakirti&action=edit&red...

> Dharmakirti e recebeu a <http://pt.wikipedia.org/wiki/Inicia%C3%A7%C3%A3o> iniciação<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Kalachakra&action=edit&redl...>Kalachakra. Também é considerada a capital do Reino de <http://pt.wikipedia.org/wiki/Agartha> Agartha, constituído, segundo as cosmologias do  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Taoismo> taoismo, <http://pt.wikipedia.org/wiki/Hinduismo> hinduismo e <http://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo> budismo, por oito cidades etéricas.

Inspiração para a criação literária do inglês <http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Hilton> James Hilton Lost Horizon (1925), passa a ser também conhecida e referida como <http://pt.wikipedia.org/wiki/Shangri-la> Shangri-la.

Entre os hinduístas o nome é mencionado nos
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Puranas> Puranas como sendo o lugar de onde
surgirá o  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Avatar> avatar
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Kalki> Kalki , que libertará a Terra das
forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina.

Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e
um manifesto. A forma manifesta tem [Shambhala como um local físico, embora
só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Karma> karma o permite. Estaria em algum ponto
do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e
Índia ao sul, Khotan a oeste. A interpretação oculta diz que não é um lugar
terreno, mas sim interior, comparável à
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Terra_Pura> Terra Pura do Budismo, de caráter
mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar
e alcançar.

Segundo os ensinamentos escritos e orais do
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Kalachakra&action=edit&redl...>
Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang
Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Dalai_Lama> Dalai Lama (em exílio na Índia
desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de
Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: "por
exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos
deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma
mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas
como um elemento no qual se vive".

A idéia de uma terra de iluminados exerceu atração no ocidente desde sua
difusão inicial no  <http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVII> século
XVII a partir de fragmentos do
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Budismo_tibetano> Budismo tibetano que
conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as
usualmente fechadas fronteiras tibetanas, e da
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Teosofia> Teosofia, propagada pioneiramente
por  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_Petrovna_Blavatsky> Helena
Petrovna Blavatsky no  <http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX> século
XIX.

As primeiras informações sobre este lugar chegaram ao ocidente pelos
missionários  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%B3lico> católicos
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Cabral> João Cabral e
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Est%C3%AAv%C3%A3o_Cacella> Estêvão Cacella,
que ouviram referências sobre Shambhala - transcrita como Xembala - e
imaginaram que se tratasse de um nome alternativo de
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Catai> Catai, a
<http://pt.wikipedia.org/wiki/China> China. Dirigindo-se ao
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Tibete> Tibete em
<http://pt.wikipedia.org/wiki/1627> 1627, descobriram o equívoco e
retornaram à  <http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndia> Índia de onde haviam
saído.

Em  <http://pt.wikipedia.org/wiki/1833> 1833 apareceu o primeiro relato
geográfico sobre a região, escrito pelo erudito húngaro
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alexander_Csoma_de_K%C3%B6r...
ion=edit&redlink=1> Alexander Csoma de Köros, que mencionou "um país
fabuloso no norte, situado entre 45º e 50º de latitude norte".

No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em
seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente,
disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em
tentativas de localização -
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Nicholas_Roerich&action=edi...
ink=1> Nicholas Roerich (1926),
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Yakov_Blumkin&action=edit&r...
=1> Yakov Blumkin (1928),  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Heinrich_Himmler>
Heinrich Himmler e  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Rudolf_Hess> Rudolf Hess
(1930, 1934-35, 1938-39).

Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em
contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Fraternidade_Branca> Grande
Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico
como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a
<http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81sia_central> Ásia central ainda era um
mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria
sido ali que os
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Senhores_da_Chama&action=ed...
link=1> Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana,
liderados por  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Sanat_Kumara> Sanat Kumara,
teriam chegado e se estabelecido, vindos de
<http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%AAnus> Vênus
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Shambhala#cite_note-10> [11]. Atualmente a
ilha seria um  <http://pt.wikipedia.org/wiki/O%C3%A1sis> oásis no
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Deserto_de_Gobi> Deserto de Gobi, protegida de
intrusos por meios espirituais
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Shambhala#cite_note-11> [12]. Escolas
derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais freqüentes ao lugar,
enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no
<http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Plano_et%C3%A9rico&action=e...
dlink=1> plano etérico ou  <http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_astral>
astral.

Shambhala também foi objeto de interesse escuso de ocultistas ligados ao
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Nazismo> Nazismo, que a viam como fonte de
poder. A maciça maioria de referências literárias e testemunhos a descrevem
como um lugar abençoado, que tem sido fonte de inspiração para abundante
<http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura> literatura, bem como associações
com a cultura popular, como cenário ou tema de filmes, romances, músicas,
documentários, histórias em quadrinhos e jogos.
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