Influência do fluor

Como sabem que gosto de promover coisas que conheço para discussão, ou seja, não adianta me mandar um monte de e-mail somente para me criticar que vou apagar, então não perca tempo com isso, mas para pessoas sérias que gostam de discutir e debater idéias, hoje posto um artigo sobre o flúor. Bom, independente do artigo (o qual grifei a frase que ao meu ver é o ponto chave), trata do flúor na água e porque não, em todas as coisas que consumimos como pasta de dente e tal. Pelo meu conhecimento, ai não tenho como provar e nem faço questão, é a influencia do flúor sobre a pineal, que por conseqüência afeta a vidência, já que através dessa que podemos despertar varias coisas em nós mesmos.


Há, vai ter aqueles que dizem que é besteira, então nem se dêem ao trabalho de ler, mas para quem quiser e resolver testar em si e sentir os efeitos (claro, não tem como tirar da água o flúor infelizmente, pelo menos que eu saiba), mas existem meio de ajudar a evitar, como comprar pasta de dente sem flúor (tem varias marcas no mercado), tomar mas água mineral quando puder é claro, senão sai muito caro, ferver a água antes de colocar no filtro, filtrar a água, utilizar cristais de quartzo para purificação, mentalização na água diretamente... enfim, procurem meios e testem. Inclusive, outro ponto critico principalmente para mulheres no caso de desodorante (já postei sobre isso mas volto a tocar no assunto), evitem uso de desodorante comum, tem alumínio na composição e apesar de não totalmente provado pela medicina, provoca reações corporais nada legais, procurem pelo artigo postado sobre esses estudos. Uma receita fácil e barata além de muito eficaz que já uso em meu corpo a muito tempo, misturar água de rosas com leite de magnésia, sem alumínio e ainda corta o CC...rs



Boa leitura!

Segue:

Uma petição internacional foi lançada esta semana simultaneamente em vários países do mundo solicitando aos governos que promovam uma revisão sobre a prática de adição de flúor à água, introduzindo uma discussão integral e transparente sobre o assunto. O inteiro teor da Petição e a lista de signatários podem ser acessados em http://acpo94.sites.uol.com.br/fluoretacao.htm ou  http://www.fluoridealert.org/integrity.htm . A petição foi assinada por mais de 300 pessoas de 38 países. Os signatários incluem cientistas e outros profissionais bem conhecidos, tais como:  
  •  Dr Arvid Carlsson, laureado com o Nobel de Medicina em 2000, Suécia;  
  •  Pat Costner, Cientista Sênior do Greenpeace International,;  
  •  Professor Samuel S. Epstein, autor de "As Políticas de Câncer";   
  •  Dr Doug Everingham, ex-Ministro da Saúde da Austrália;   
  •  Edward Goldsmith, Editor fundador do Jornal, The Ecologist;   
  •  Paul Hawken, autor de A Ecologia do Comércio e Capitalismo Natural;  
  •  Dr. Hardy Limeback, o ex-Presidente da Associação canadense para Pesquisa Dental;  
  •  Lynn Margulis, Ph.D., Professor Universitário, medalha nacional de Ciência, UMASS, E.U.A.;   
  •  Ted Schettler, MD, MPH, Diretor da Rede de Ciência e Saúde Ambiental, E.U.A.  

 
Segundo o Dr. Raul Montenegro, presidente de FUNAM, e professor titular de Biologia Evolutiva Humana da Universidade Nacional de Córdoba/Argentina, o objetivo da petição "é abrir um debate científico sobre o tema. Os valores de flúor na água potável a partir de qual possa haver efeitos negativos estão muito próximos daqueles que se pode obter efeitos positivos. As evidências disponíveis mostram que com 6 miligramas por dia de flúor há efeitos sobre os ossos, e com 14 miligramas por dia aumenta o risco de fraturas. Além de que o flúor tem efeito muito negativo sobre os organismos aquáticos".
 
A petição foi organizada por Paul Connett PhD., professor de Química a St. Lawrence University, em Canton NY, e Mark Diesendorf PhD, que foi professor de Ciência Ambiental na Universidade de Tecnologia Sydney, Austrália. 
 
Connett explicou que "Uma das forças motrizes para este esforço foi o modo chocante no qual foram tratados os profissionais que tiveram a ousadia de desafiar o paradigma de adição de flúor à água. Tal tratamento varia de ridicularização em público, para audições disciplinares e demissão no trabalho. Este comportamento não profissional não tem nenhum lugar no meio da ciência em sociedades democráticas".  
 
De acordo com Diesendorf, "adição de flúor à água é um assunto onde o método científico normal e os princípios estão sendo postos de lado através de autoridades da saúde pública. Em vez de debater o assunto em fóruns científicos abertos, os promotores da adição de flúor à água se utilizam do lobby e da influência política". 

Além dos muitos cientistas e profissionais médicos, muitos ativistas de comunidades envolvidos em outras áreas da saúde e meio ambiente também assinaram a petição. A estes incluem dois vencedores do prêmio Goldman (Terri Swearingen, o EUA, 1997 e Von Hernandez, Filipinas, 2003); o Presidente da Associação de Consumidores de Penang; o Diretor da União de Israel de Defesa Ambiental e os diretores de Campanha de Substâncias Tóxicas do Greenpeace na Austrália, Índia, Japão, Filipinas e Tailândia; o Diretor Presidente da ACPO - Associação de Combate aos POPs - Brasil.
  
Arvid Carlsson, Prêmio Nobel de Medicina, é um dos signatários, e deu como uma das razões para ser um adversário da adição de flúor à água os níveis altos de fluoreto passados aos bebês quando utilizada a água "potável" de torneira fluoretada. Durante a campanha para parar adição de flúor à água na Suécia, escreveu ele: "Me convenceram totalmente que adição de flúor à água, em um futuro não muito distante, será consignada a história médica... que a adição de flúor à água potável vai contra os princípios da Farmacoterapia de adição de drogas na água potável, isso significa o oposto de uma terapia individualizada".  O professor Dr. Raul Montenegro, indicou que a adição de flúor à água na Argentina "se sobrepõe a outros poluente naturais e de origem industrial fazendo com que aumente os possíveis efeitos. A fluoretação da água são experimentadas nas populações, porém não há perseguição dos efeitos neste ensaio."
 
Connett e Diesendorf apontam para o fato que as Autoridades de Saúde em países que patrocinam a fluoretação da água estão ignorando os novos estudos que demonstram que a exposição excessiva ao fluoreto pode causar interferência nos processos bioquímicos fundamentais que podem conduzir para sérios problemas de saúde e comportamento. Tais estudos incluem: 
  •  A acumulação de fluoreto na glândula de pineal (Luke, 2001); 
  •  A habilidade do fluoreto para facilitar a captação de alumínio em cérebro de rato (Varner, 1998);  
  •  Quantidades maiores de flúor pode aumentar o conteúdo de chumbo no sangue em crianças (Mestres e Coplan, 99, 2000);  
  •  A redução do Q.I. em crianças (Zhao, 1996,; Lu, 2000, Xiang, 2003); 
  •  Incremento de fratura em ossos nas crianças e adultos (o Li, 2001, Alarcon-Herrera, 2001) e  
  •  Em presença de alumínio, pode afetar as proteínas-G, estas levam sinais para uma grande variedade de sistemas biológicos, e sua alteração pode descontrolar partes importantes e vitais (Strunecka e Patocka, 99 e Li, 2003).  
Os riscos associados a fluoretação da água "NÃO JUSTIFICAM SEU USO", de acordo com Dr. Hardy Limeback, ex-Presidente da Associação Canadense para Pesquisa Dental, e atual chefe de odontologia Preventiva da Universidade de Toronto, "é o reconhecimento do fato que há mínimo benefício em engolir fluoreto. Qualquer redução na decadência dos dentes é o resultado em grande parte da ação de fluoreto na superfície dos dentes." 

Connett, Diesnedorf e os signatários da petição informam ainda que: "não esperamos que as pessoas concordem ou não com a adição de flúor à água, espera-se apenas que todos concordem que as Autoridades levem em conta os problemas dispostos na petição".

O Dr. Raul Montenegro disse ainda que em muitos casos, o flúor que se adiciona na água potável "é o ácido hexafluorosilícico, geralmente obtido dos resíduos advindo da produção de fertilizantes" e que esta substância "está normalmente contaminada com arsênico, outros metais e até mesmo materiais radioativos". Sustentou ainda que as autoridades de seu país "deveriam considerar que a maioria dos países não acrescentam flúor à água". Em Basle, Suíça, "foi parada a prática de adição de flúor à água em abril deste ano, depois de quatro décadas de ininterruptas aplicações", indicou o Dr. Montenegro.

50 Razões para opor-se à Fluoretação

Para maiores informações na língua portuguesa sobre os problemas relacionados com o flúor visite o endereço: http://www.laleva.cc/pt/alimentos/fluoro_50reasons.html



http://www.acpo.org.br/campanhas/camp_fluor.htm
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