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Abelhas e o mel




Desaparecimento das Abelhas, caos na alimentação

Escala da extinção das abelhas nos EUA mostra uma catástrofe para a produção de Grãos

O mundo pode estar à beira de um desastre biológico após a notícia de que um terço das colônias de abelhas dos E.U.A. não sobreviverão ao próximo inverno.


Fonte: http://www.guardian.co.uk/environment/2010/may/02/food-fear-mystery-beehives-collapse
  • Alison Benjamin
  • O ObservadorDomingo, 02 de maio de 2010
  • história do artigo

As abelhas são insetos polinizadores vitais, responsáveis para o desenvolvimento saudável de muitas culturas no mundo da produção de alimentos mais importantes. Fotografia: David Silverman / Getty Images

Perturbadora evidência de que as abelhas estão em declínio terminal surgiu a partir dos Estados Unidos, onde, pelo quarto ano consecutivo, mais de um terço das colônias não conseguiram sobreviver ao inverno.

O declínio no país, de cerca de 2,4 milhões de colméias começou em 2006, quando um fenômeno apelidado de desordem do colapso da colônia (CCD), levou ao desaparecimento de centenas de milhares de colônias. Desde então, mais de três milhões de colônias dos E.U.A., com bilhões de abelhas morreram em todo o mundo e os cientistas não estão mais próximos de saber o que está causando a queda catastrófica em números das colônias.

O número de colônias de abelhas geridos nos E.U.A caiu em 33,8% no último inverno, segundo a pesquisa anual da Inspetores de Apiários da América e do governo E.U.A. do Agricultural Research Service (ARS).

O colapso global na população de abelhas é uma grande ameaça para as culturas de produção de alimentos. Estima-se que um terço de tudo o que comemos depende da polinização das abelhas, o que significa que as abelhas contribuem com cerca de £$ 26 bilhões na produção de grãos para a economia global.

Possíveis causas variam desde parasitas, como o ácaro sanguessuga Varroa , para infecções virais e bacterianas, pesticidas e a má nutrição decorrentes dos métodos de agricultura intensiva. O desaparecimento de tantas colônias também foi apelidada de "Síndrome de Maria Celeste", devido à ausência de abelhas mortas em muitas das colméias vazias.

Cientistas dos EUA encontraram 121 diferentes agrotóxicos nas amostras de abelhas, cera e pólen, dando crédito à noção de que os pesticidas são um problema chave. "Nós acreditamos que algumas interações sutis entre nutrição, exposição a pesticidas e outros elementos estressantes estão convergindo para matar as colônias", disse Jeffery Pettis, da ARS do laboratório de pesquisa de abelhas.

Uma análise global de mortes de abelhas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) informou na semana passada que não houve uma única causa, mas apontou o dedo para o uso "irresponsável" de agrotóxicos que podem prejudicar a saúde das abelhas e torná-las mais suscetíveis à doenças. Bernard Vallat, da OIE, diretor-geral, advertiu: "As abelhas contribuem para a segurança global na produção de alimentos, e sua extinção representaria um terrível desastre biológico."

Dave Hackenberg, da Hackenberg Apiários, o apicultor comercial da Pennsylvania-USA, foi quem primeiro levantou as suspeitas e deu o alarme sobre o CCD, disse que no ano passado tinha sido o pior para as perdas de abelhas, com 62% de suas 2.600 colméias morrendo entre maio de 2009 e abril de 2010. "Está ficando pior", disse ele. "A pesquisa AIA não lhe dá a imagem completa, porque só medem as perdas durante o inverno. No verão as abelhas estão expostos a muitos pesticidas. Agricultores misturam-nos juntos e ninguém tem idéia de quais os efeitos possam ter. "

Pettis concorda que as perdas de colméias em algumas operações comerciais estão acontecendo em 50% ou mais. "Se as perdas continuarem nesta magnitude, a produção não é economicamente sustentável para os apicultores", disse ele, acrescentando que uma solução para o problema pode estar a anos de distância. "Olhe para a Aids, que têm bilhões de dólares em pesquisa e um agente causador e ainda esta sem a descoberta da cura. Investigação leva tempo e colméias são organismos complexos".

No Reino Unido ainda é muito cedo para avaliar como as cerca de 250.000 colônias de abelhas da Grã-Bretanha  saíram durante o longo inverno. Tim Lovett, presidente da Associação dos Apicultores britânicos, disse: "Curiosamente, é extremamente variável. Há relatos de alguns apicultores de perderem quase um terço de suas colméias e outros, sem perderem nada." Os resultados de um inquérito da associação de 15.000 membros são esperados para este mês.

John Chapple, presidente da Associação dos Apicultores de Londres, colocou as perdas entre seus 150 membros, entre um quinto e um quarto (20 a 25%). Oito de suas 36 colméias em toda a capital londrina não sobreviverá. "Há ainda uma série de desaparecimentos misteriosos", disse ele. "Nós não estamos mais perto de saber o que está acontecendo."

Na Escócia, os apicultores relataram perdas na mesma escala americana, nos últimos três anos. Andrew Scarlett, um apicultor de Perthshire, produtor e embalador de mel, perdeu 80% de suas 1,2 mil colméias este inverno. Mas ele atribuiu o declínio massivo a uma infecção bacteriana virulenta que se espalhou rapidamente por causa da falta de inspectores de abelhas, juntamente com más condições climáticas que impediram as abelhas de produzirem pólen suficiente e de armazenarem néctar.

A unidade governamental britânica para as abelhas sempre negou a existência de CCD na Grã-Bretanha, apesar das perdas de abelhas de 20% durante o inverno de 2008-09 e perto de um terço em anos anteriores. Ela atribui a queda ao ácaro Varroa - que é encontrado em quase todas as colmeias do Reino Unido - e verões chuvosos que paralizam as abelhas na busca por alimento.

Em um relatório contundente no ano passado, o National Audit Office sugeriu que os apicultores amadores que falham no controle das doenças em colméias de abelhas eram uma ameaça para a sobrevivência das abelhas "e apelou à Bee Unidade Nacional a realização de mais inspecções e mais treinamento destes apicultores. No verão passado, uma comissão de deputados de uma influente comissão de contas públicas de todos os partidos pediram ao governo para financiar mais pesquisas sobre o que chamaram de "declínio" alarmante de abelhas.

O Departamento para o Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais tem contribuído com £$ 2,5 milhões para um fundo de £$ 10 milhões para pesquisas sobre polinizadores. A comissão de contas públicas tem alertado para que uma parte significativa deste financiamento seja dirigido para as colméias de abelhas. As decisões sobre quais os projetos de pesquisa financiar são esperados para o final deste mês.

Porque as abelhas são IMPORTANTES:

As plantas que dão flores exigem insetos para a polinização. O mais eficaz de todos é a abelha, que poliniza outras 90 culturas comerciais em todo o mundo. Assim como a maioria das frutas e legumes - maçãs, peras, laranjas e demais cítricos, morangos, cebolas e cenouras - que polinizam amendoim, girassol e colza, café, soja, arroz, trevos - como a alfafa, que é usado para alimentar o gado - e até mesmo algodão são todos dependentes de polinização das abelhas para aumentar a produção.

Só no Reino Unido, a polinização pelas abelhas é avaliado em £ 200milhões. A humanidade tem gerenciado e transportado as abelhas para polinização de culturas durante séculos para a produção de alimento e mel, edulcorante natural da natureza e anti-séptico. Sua extinção significaria não apenas uma dieta sem cereais, arroz e sem roupas de algodão, mas uma paisagem sem pomares, hortas e prados de flores silvestres - e o colapso da cadeia alimentar que sustenta as aves e animais selvagens, assim como de nossa civilização.

Tradução: lhas3126@yahoo.com.br


"DAT ROSA MEL APIBUS" (A Rosa dá o Mel às Abelhas) é um conhecido símbolo Rosacruz

Incontáveis, organizadas, laboriosas, disciplinadas, infatigáveis, as abelhas não se diferenciam das formigas, como elas símbolos das massas submetidas à inexorabilidade do destino (homem ou Deus) que as acorrenta, se, além disso, não tivessem asas e canto, e não sublimassem em mel  imortal o frágil perfume das flores. É quanto basta para conferir elevado alcance espiritual ao seu simbolismo, paralelamente ao temporal. Operárias da colméia, comandadas por UMA RAINHA, que se pode comparar com maior propriedade a um alegre ateliê do que a uma sombria usina, as abelhas asseguram a perenidade da espécie. Mas, quando consideradas individualmente, na qualidade de animadoras do universo entre a terra e o céu, podem também simbolizar seu princípio vital, materializar a alma. Nesse duplo aspecto – coletivo e individual, temporal e espiritual – é que consiste a riqueza de seu complexo simbólico por toda  parte em que é testemunhado. Ao comentar Provérbios 6:8 – Vá observar a abelha e aprenda como ela é laboriosa, São Clemente de Alexandria acrescenta: Pois a abelha se serve das flores de um prado inteiro, para com elas fabricar um só mel. Imitai a prudência das abelhas, recomenda Teolepto de Filadélfia, citando-as como exemplo na vida espiritual das comunidades monásticas.

Para os nosairitas, heresiarcas muçulmanos da Síria, ALI, O Leão de Aláh, é o príncipe das abelhas, as quais, de acordo com certas versões, seriam os anjos, e, segundo outras, os crentes: os verdadeiros crentes se assemelham às abelhas, que escolhem para si as melhores flores.

Na linguagem metafórica dos dervixes Bektachi, a abelha representa o dervixe e o mel é a divina realidade (o Hak) por aquele buscada. Da mesma maneira, em certos textos da Índia, a abelha representa o espírito que se embriaga com o pólen do conhecimento.

Personagem de fábula para os sudaneses e para os habitantes situados dentro da curva do rio Níger, ela já é símbolo da realeza na Caldéia, muito antes de ser glorificada pelo Primeiro Império francês. Esse simbolismo da realeza ou do império é solar, tal como atesta o antigo Egito, por um lado associando-o ao raio e, por outro, declarando que a abelha teria nascido das lágrimas de , o deus do Sol, ao caírem sobre a Terra.

Símbolo da alma, a abelha é por vezes identificada com Deméter na religião grega, em que pode simbolizar a alma descida aos infernos; ou então, ao contrário, materializar a alma saindo do corpo. Pode-se reencontrá-la na Caxemira e em Bengala, em numerosas tradições indígenas da América do Sul, como também na Ásia Central e na Sibéria. Finalmente, Platão afirma que as almas dos homens austeros reencarnam-se sob a forma de abelha.

Figuração da alma e do verbo – em hebraico, o nome da abelha, Dbure, vem da raiz Dbr, palavra -, é normal que a abelha desempenhe também um papel iniciático e litúrgico. Em Elêusis e Éfeso, as sacerdotisas são chamadas de abelhas. Virgílio ressaltou suas virtudes.

Encontramo-las representadas nos túmulos como sinais de sobrevivência além-morte, pois a abelha torna-se símbolo de ressurreição. O inverno (três meses), durante o qual parece desaparecer, pois não sai de sua colméia, é comparado ao período (três dias) durante o qual o corpo de Cristo fica invisível, após sua morte, antes de reaparecer ressuscitado.

A abelha simboliza, ainda, a eloqüência, a poesia e a inteligência. A lenda sobre Píndaro e Platão (abelhas teriam pousado sobre os lábios de ambos, quando ainda crianças de berço) é repetida com relação a Ambrósio de Milão: as abelhas roçam-lhe os lábios e penetram em sua boca. O conceito de Virgílio, segundo o qual as abelhas encerram uma parcela da divina Inteligência, permanecia vivo para os cristãos da Idade Média. Reencontra-se então o valor simbólico do zumbido, verdadeiro canto da abelha.

Um sacramentário gelasiano faz alusão às extraordinárias qualidades das abelhas que extraem o pólen das flores roçando-as apenas, sem tirar-lhes o viço. Elas não dão à luz; graças ao trabalho de seus lábios tornam-se mães; assim também o Cristo emana da boca do Pai.

Por causa de seu mel e de seu ferrão a abelha é considerada o emblema do Cristo: por um lado, Sua doçura e Sua misericórdia, e por outro, o exercício de Sua justiça na qualidade de Cristo-juiz. Muitas vezes essa figura é evocada pelos autores da Idade Média; para Bernard de Clairvaux (SÃO BERNARDO), simboliza o Espírito Santo.

Os celtas revigoravam-se com um vinho adoçado pelo mel, e com o hidromel. A abelha, cujo mel era utilizado na preparação do hidromel ou licor da imortalidade, era objeto na Irlanda de estrita vigilância legal. Um texto jurídico gaélico da Idade Média declara que a nobreza das abelhas vem do paraíso, e foi por causa do pecado do homem que as abelhas teriam saído de lá; Deus derramou sua graça sobre elas, e é por esse motivo que não se pode celebrar a missa sem a cera. Embora seja este um texto tardio e de inspiração cristã, ele confirma uma tradição muito antiga, pois seu vocabulário ainda apresenta vestígios dessa tradição (a palavra galega cwyraiid, de cwyr, cera, significa perfeito, consumado, e o irlandês moderno céir-bheach, literalmente cera de abelha, designa também a perfeição). O simbolismo da abelha evoca, portanto, entre os celtas como também em outros lugares, os conceitos de sabedoria e de imortalidade da alma.

O conjunto de características recolhidas em todas as tradições culturais denota que por toda parte a abelha surge, essencialmente, como que dotada de uma natureza ígnea, como um ser feito de fogo. Representa as sacerdotisas do templo, as pitonisas, as almas puras dos iniciados, o Espírito, a Palavra ; purifica pelo fogo e nutre com o mel ; queima com seu ferrão e ilumina com seu brilho. No plano social simboliza o senhor da ordem e da prosperidade, rei ou imperador e, igualmente, o ardor guerreiro e a coragem. Aparenta-se aos heróis civilizadores que estabelecem a harmonia por força do saber e do gládio.


Notar a estrutura hexagonal de uma colméia, a forma geométrica perfeita para a função da mesma.

Um símbolo maçônico antigo que é raramente usado hoje, mas era muito popular no século 19 é o símbolo da abelha e da colméia. A abelha sempre simbolizou indústria, trabalho, sabedoria, regeneração e obediência desde o início da era cristã e na verdade foi simbólica das mesmas virtudes para os antigos caldeus, egípcios e romanos e outras civilizações antigas. A colméia é, naturalmente, uma estrutura construída com muito lógica e harmonia - um milagre de engenharia natural - e tem, portanto, um significado especial para os maçons que estudam a construção de personagens e estruturas. A grande perda para os maçons foi não entender que uma colméia e suas abelhas é uma estrutura essencialmente ordenada, construida, mantida e regida PELA ENERGIA FEMININA DA RAINHA da colméia.
Na tradição Cristã é o emblema de Cristo, de sua clemência (pela analogia do doce de seu mel), com sua justiça (por seu ferrão), e as virtudes Cristãs (por causa do modo exemplar e obediente que a abelha operária se comporta diante da abelha rainha).


Grãos de pólen

O Pólen é “Bom para combater o câncer e manter a beleza”.

“Nos grãos de pólen, há grande abundancia de componentes nutritivos que servem para as abelhas prepararem o tão delicioso mel de abelha. Quem usa grãos de pólen durante meses melhora bastante sua condição física, embelezando e rejuvenescendo a pele. Dizem até que melhora a memória.

O Dr. Morishida, biólogo japonês, disse que usou grãos de pólen nos enfermos de doenças crônicas e que a maioria aumentou os globos sanguíneos, normalizando a saúde. Disse também que o aumento da capacidade de circulação ocorre devido à abundancia dos minerais contidos nos polens.

Composição do pólen:

O pólen contém basicamente:

30% de água, 10 a 36% de proteínas, 20 a 40% de glucídeos, 1 a 20% de lipídios (gorduras) (mas usualmente não mais que 5%), 1 a 7% de matérias minerais (apresenta cálcio, cloro, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, silício, enxofre, alumínio, ferro, manganês, níquel, titânio e zinco), além de resinas, matérias corantes, vitaminas A, B, C, D, E, enzimas e coenzimas.

Os principais aminoácidos encontrados em sua composição são principalmente: arginina, histidina, isoleucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e prolina (o mais abundante). São observados também carboidratos (cerca de 29%) que são formados por açúcares reduzidos e quantidades insignificantes de glicose, frutose, rafinose e amido.

Como o valor alimentar do pólen de diferentes fontes, varia grandemente (de 7,02% nos Pinus a 35,5% nas Palmaceas), uma mistura de diferentes fontes botânicas é necessária para propiciar uma dieta balanceada e é isso que a abelha costuma fazer de modo que, em média o pólen coletado por abelhas compara-se em conteúdo protéico com o dos feijões, ervilhas e lentilhas.

O pólen apresenta uma composição química altamente complexa e provavelmente até agora não totalmente elucidada, tendo condições de fornecer praticamente todas as substâncias indispensáveis ao bom funcionamento do organismo humano.
A utilização do pólen como complemento alimentar para o organismo humano exerce uma ação tripla sobre o mesmo, pois além de atuar sobre o crescimento, regula as funções intestinais e o sistema nervoso, e finalmente fortifica o organismo de uma maneira geral. O alimento oferecido pelas abelhas para a humanidade é como uma oferta do amor de Deus, obtido através da captação da beleza das flores, coletadas pelas abelhas e transformada em pólen, mel, cera, própolis...

Veja o pólen coletado grudado na pequena perna da abelha

SIGNO DE VISHNU a origem do SELO DE DAVI/SALOMÃO e sua conexão com as abelhas

O selo de Salomão, que no judaísmo é conhecido como Maguen David (Escudo de David, em hebraico) é composto por dois triângulos: Um com seu vértice para cima (Deus masculino), e o outro com o vértice para baixo (Deus feminino). Sua origem - e isso quase ninguém sabe - remonta à Índia, onde tem o nome de Signo de Vishnu, que é o Deus mantenedor da criação na trindade Hindu. Era utilizado como amuleto contra o mal, e esse significado se perpetuou como atestam os nomes "selo" e "escudo" do Hebraico. Na Kabbalah vemos que os dois triângulos representam as dicotomias inerentes ao homem: o bem e o mal, o espiritual e o físico. É mais um aspecto do positivo/negativo que se unem, masculino e feminino, como no símbolo do Yin/Yang.


Signo de VISHNU, simbolismo tomado da ÍNDIA pelos judeus através de ROTHSCHILD e colocado na bandeira de Israel. Observar a figura hexagonal no centro resultante da união dos dois triângulos, idêntica à colméia das abelhas.


O importante aqui é observar a figura geométrica central resultando da união dos dois triângulos equilateros que é de um HEXÁGONO, exatamente como se pode perceber na estrutura chave de uma colméia.

É chamado de Signo de VISHNU na Índia em função de representar o quarto Chakra (ANAHATA), o cardíaco (Figura anterior) cuja cor é o verde (mescla do azul [Poder] do chakra posterior, o quinto, com o amarelo [sabedoria, conhecimento], o terceiro chakra) dentro de um lótus de doze pétalas, sendo a sede da alma HUMANA (onde esta o INDIVÍDUO REAL, a CHAMA TRINA) no corpo físico do ser humano.

Chama Trina, Azul do Deus Pai, Rosa da Deusa Mãe e Amarelo Dourado de Deus Filho (Cristo/Krishna, a suprema personalidade divina) alojada em uma das SETE câmaras (a mais central) internas do orgão físico do coração humano, que é o local onde reside a Alma, o INDIVÍDUO REAL, a energia Divina animando com sua energia o corpo e a sua personalidade humana temporária. Todos os templos sagrados dedicados a divindade de todas as civilizações antigas possuiam (O Sanctun Santorum, ou Santo dos Santos) um local sagrado e secreto que só o principal sacerdote do templo tinha acesso durante datas específicas do ano (Solstícios e Equinócios). Esse local reproduzia no interior do templo a câmara onde está alojada a Alma, o indivíduo real humano, dentro do coração físico.

O CORAÇÃO É o caminho do meio, o Chackra central que deve ser aberto de acordo com  Buddha e é a porta estreita que deve ser aberta conforme Jesus  Cristo disse. Em ambos os casos, expressando amor incondicional a toda criação divina em todos os reinos.
Para que isso seja possível é necessária a elevação da energia serpentina (Feminina) da kundalini situada no primeiro chakra, o Muladhara até que a mesma atinja o quarto chakra
, abrindo-o e então o indivíduo passará a sentir amor incondicional em relação a tudo e todos, pois se transformará assim em um ser humano iluminado.

Childeric I (◊ c. 436 † c. 482), foi rei federado, possuidor das honras de um general romano, chefe civil e militar da província romana da Gallia Belgica II durante o século V, foi rei merovíngio dos francos salianos de 457 até sua morte e sucedeu ao seu pai o Rei MEROVEU, criador da dinastia Merovíngia.
A tumba de Childeric I foi descoberta em 1653 por um pedreiro que fazia reparos na igreja de Saint-Brice em Tournai onde numerosos objetos preciosos foram encontrados, incluindo uma espada esplendidamente ornamentada, um bracelete, jóias de ouro com granadas encrustadas, moedas de ouro, uma cabeça de touro de ouro e um anel com a inscrição CHILDERICI REGISCerca de 300 abelhas douradas também foram encontradas.  Napoleão ficou impressionado com as abelhas de Childeric I quando ele estava procurando por um símbolo heráldico para substituir a flor-de-lis dos Bourbons. Ele estabeleceu as abelhas de Childeric I como símbolos do Primeiro Império Francês.
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As Abelhas no antigo EGITO:

O Egito era uma federação (uma federação é a união de vários estados). Os principais estados da federação egípcia eram o Alto (capital Tebas, hoje Luxor) e Baixo Egito (capital Menphis, no hoje Cairo). Cada um dos dois estados tinha uma coroa: Branca era a coroa do Baixo Egito, e vermelha era a coroa do Alto Egito. O rei (O Faraó) da federação utilizava uma coroa combinada. O título dado ao rei era NyswBit, onde Sw significa Alto Egito, e Bit significa Baixo Egito. O nome Sw significa papiro, o principal produto do Alto Egito; o nome Bit significava Abelha, símbolo do Baixo Egito. Ny é um adjetivo que significa "estar por cima, sobre a alguma coisa";
A 350 a.C. o desenho da abelha foi consagrado como símbolo do Faraó Rei. Uma imaginação de um Rei da comunidade das abelhas (na verdade uma Rainha, pois Ísis dava ao Faraó o seu Poder para governar o Egito, a colméia). O vestígio que comprova a criação de abelhas em colméias no antigo Egito  é encontrado no templo da 5º dinastia da era dos Faraós (2.500 a.C.).
Era um símbolo da realeza no Antigo Egito e dizia-se que esse inseto havia sido gerado a partir das lágrimas de Rá, o deus-sol egípcio. Sua imagem mais difundida é a de símbolo da alma Divina humana. Os opostos bem/mal, também se encontram simbolizados nela. O mal encontra-se simbolizado pelo ferrão e o bem pelo mel e seus derivados.

A cor do mel é o amarelo, uma das três cores da chama trina, que representa o Cristo, é símbolo da paz e DA SABEDORIA espiritual. Está associado ao ouro, à luz do sol, ao intelecto ILUMINADO pelo amor incondicional do coração, à fé e bondade, vigor, força e entusiasmo. É um símbolo da eternidade, da criação, da transfiguração e da meta a ser alcançada na busca espiritual. É a cor da maturidade que emerge da escuridão. Na alquimia encontra-se ligado ao ouro alquímico da transmutação. É considerada a cor da terra fértil e da harmonia entre os princípios opostos e complementares masculino e feminino, obtida através do conhecimento, sabedoria (SOPHIA). No islã, o amarelo ouro é a cor dos homens sábios e na China é a cor do imperador.
("de Childeric o rei"), o que identificou a tumba.

CONCLUSÃO:

Como podemos observar as ABELHAS E SUAS COLMÉIAS sempre foram consideradas sagradas em todas as culturas antigas de todas as civilizações de todos os tempos. Parece que somente nos dias atuais a sua existência esta sendo posta em risco pelo homem moderno assim como a produção de tudo QUE É BOM (Alimentos), BELO (Flores) E VERDADEIRO (O trabalho), proveniente da obra desses minúsculos seres que são comandados por UMA RAINHA (A Energia Feminina criadora da Deusa), que executam sua missão enquanto estão sofrendo um processo de extinção pelo ataque da loucura do homem e sua "moderna civilização". Esse fato por si só deve ser considerado como um CLARO SINAL dos tempos em que vivemos, em que a destruição de tudo QUE É BOM, BELO E VERDADEIRO é a consequência dos atos insanos de uma civilização à beira do abismo.





Autor: Alison Benjamin
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